Wilson Montevechi Psicólogo em Campinas-SP

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Qual a diferença entre tristeza, ansiedade e depressão? Veja!

Quando os estados emocionais são parecidos, eles podem ser facilmente confundidos e até mal interpretados.

Diferenciá-los é fundamental para o correto diagnóstico e tratamento.

É por isso que hoje vamos falar sobre a diferença entre tristeza, ansiedade e depressão, condições emocionais que, embora semelhantes, são distintas entre si.

Inclusive, uma dessas condições nem de tratamento necessita!

Para saber mais, continue a leitura desse artigo e veja como lidar em cada caso.

Qual a diferença entre tristeza, ansiedade e depressão?

Tristeza, ansiedade e depressão se distinguem quanto aos seus sintomas, causas e tratamentos.

A ansiedade é a mais singular de todas, por isso vamos começar a falar dela!

Já a tristeza e a depressão precisam de um pouco mais de atenção e cuidado para que não haja confusão entre as duas.

O que é ansiedade

Ao contrário do que pode parecer, a ansiedade é um sentimento natural do ser humano e perfeitamente normal.

Principalmente quando sentida em situações que nos tiram da zona de conforto.

Entretanto, quando esse sentimento nos limita e incapacita para a execução de determinadas atividades, ela pode ser considerada patológica.

A ansiedade como quadro clínico é recorrente na vida do indivíduo.

Afeta diversas áreas da vida e costuma vir acompanhada com medo, sofrimento antecipado, preocupação excessiva e nervosismo.

Além desses, existem alguns outros sintomas característicos.

Sintomas

Existem alguns transtornos de ansiedade que, embora apresentem sintomas diferentes, se originam no mesmo sentimento de ansiedade.

Sendo assim, os principais sintomas de quem sofre um quadro ansioso são:

  • Tremores;
  • Insônia;
  • Palpitações e dores no peito;
  • Falta de ar;
  • Sudorese;
  • Mãos geladas;
  • Irritabilidade;
  • Enxaqueca;
  • Problemas digestivos;
  • Entre outros.

Causas

Não há uma única causa para o desenvolvimento da ansiedade.

Ela pode surgir mediante a diversos fatores, que englobam tanto o contexto de vida (demissão do emprego, perdas familiares, divórcio, bullying,…), quanto fatores genéticos.

É importante buscar uma avaliação psicológica para identificar a causa e delinear o melhor tratamento.

Tratamento

Por falar em tratamento, a ansiedade pode ser cuidada por um médico psiquiatra ou por um psicólogo.

Quando ambas as modalidades são combinadas, o indivíduo obtém um melhor resultado.

O que é depressão?

A depressão é um estado emocional de profunda tristeza, baixa autoestima e visão negativa do mundo.

Pode vir acompanhada de oscilações de humor e ausência de prazer em atividades antes consideradas prazerosas.

Em casos mais graves, os depressivos podem apresentar pensamentos, atos e comportamentos suicidas.

No entanto, é importante salientar que a depressão apresenta muitas facetas.

Isto é, uma pessoa pode, por exemplo, exercer suas funções naturalmente, mas sofrer com a depressão.

Pode sorrir, mas esconder uma tristeza profunda.

Pode trabalhar, mas não sentir nenhum prazer ou satisfação no que faz.

Por isso, é de suma importância se atentar aos sintomas.

Sintomas

Sendo uma doença com muitas facetas, a depressão pode se apresentar como um complexo de estados, tais como: ansiedade, angústia, irritabilidade e mudança de humor.

Mas, além disso, os principais sintomas observados por quem enfrenta um quadro depressivo são:

  • Cansaço fácil ou necessidade de empregar mais esforço para realizar tarefas simples;
  • Insônia ou noites mal dormidas;
  • Diminuição do apetite sexual;
  • Dificuldades de atenção e concentração;
  • Pessimismo;
  • Alterações de peso;
  • Dores pelo corpo não justificados pela medicina;
  • Etc.

Causas

As causas da depressão são consideradas singulares.

Ou seja, é necessário avaliar caso a caso.

Entretanto, é possível listar alguns fatores de risco que contribuem para o surgimento do quadro clínico.

Entre eles estão:

  • Histórico familiar de depressão ou algum outro problema de ordem emocional;
  • Estresse e ansiedade crônicos;
  • Traumas psicológicos ou físicos;
  • Disfunções hormonais;
  • Transtornos psiquiátricos correlatos;
  • Problemas situacionais (acidentes, separação conjugal, perda de emprego, doença física, etc.).

Tratamento

O tratamento para a depressão vai depender da gravidade do quadro.

Em qualquer nível, a psicoterapia é muito bem vinda, pois, com o auxílio do psicólogo, o indivíduo vai entendendo a causa de seu estado emocional.

Nos casos mais graves, onde há impossibilidade de execução de responsabilidades, a intervenção medicamentosa deve ser inserida.

Atualmente existe uma grande variedade de antidepressivos, mas somente um psiquiatra pode receitar o melhor para o paciente.

O que é a tristeza?

Por não saber a diferença entre tristeza e depressão, algumas pessoas acham que os dois estados são a mesma coisa.

Mas, não são!

De fato, ambas as condições são muito semelhantes.

Afinal, a tristeza é o principal sintoma encontrado na depressão.

Contudo, a tristeza é uma emoção comum a todos os seres humanos, fazendo parte de nossa trajetória de vida desde que nascemos.

Se sentir triste é normal e, em certa medida, saudável, para nossa evolução humana.

Quem nunca ficou triste diante de uma decepção, frustração ou perda?

A tristeza faz parte de nossa natureza humana e é uma reação saudável perante situações difíceis.

Já a tristeza “anormal”, encontrada na depressão, surge sem nenhuma causa ou motivo.

É profunda e o indivíduo depressivo não consegue identificar a causa para esse sentimento.

Sintomas

A tristeza pode aparecer em diferentes níveis, desde leves até intensos.

Em casos leves e moderados, a tristeza é sentida durante alguns dias, mas logo passa.

Pode se apresentar nos estados de cansaço, desânimo, solidão ou excesso de sono.

Em casos mais graves, além da tristeza, a pessoa pode experimentar um sentimento de culpa, inutilidade, angústia ou desapontamento.

Pode durar dias ou semanas.

Causas

As causas para a tristeza podem ser inúmeras.

Qualquer situação que cause desapontamento, frustração ou decepção pode deixar um indivíduo triste.

Mas, é sempre importante lembrar que a tristeza tem uma causa!

Seja de ordem familiar, profissional, física ou até mesmo emocional, como o fracasso em um desafio pessoal, por exemplo.

Caso a tristeza seja sentida sem nenhum motivo, um quadro depressivo pode estar se desenvolvendo, sendo necessário procurar ajuda.

Como lidar

Como a tristeza é uma emoção natural e saudável do ser humano, não há motivos para se pensar em tratamento, mas sim em “como lidar”.

É necessário entender que a vida é um constante “sobe e desce”.

Ou seja, há momentos felizes, de grandes conquistas e vitórias, mas também de perdas, derrotas e fracassos.

Buscar o equilíbrio entre as fases da vida é fundamental para conseguir superar os dias tristes.

Afinal de contas, tudo na vida passa, inclusive os momentos de tristeza.

Qual médico trata ansiedade e depressão e quando devo procurar um?

Agora que você já sabe qual a diferença entre tristeza, ansiedade e depressão é hora de saber qual médico procurar para cuidar dos dois quadros que exigem tratamento.

Lembre-se sempre: a tristeza é uma emoção natural do ser humano!

Logo, não existe tratamento e sim maneiras de lidar com o sentimento.

Para ansiedade e depressão, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ser procurados.

Contudo, o psiquiatra deve ser buscado quando houver a necessidade de medicação.

Já o tratamento psicoterápico é indispensável para a reestruturação psíquica do sujeito.

Se durante a leitura deste artigo você observou algum sintoma que possa estar interferindo em sua vida e que talvez mereça maior atenção, experimente fazer uma avaliação psicológica.

Caso tenha interesse, clique aqui para me chamar no Whatsapp e podermos agendar uma sessão.

Só quem pode atestar uma desordem emocional é o profissional.

Não negligencie sua saúde mental!

Cuide-se!

Obrigado por ler até aqui!

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Wilson Montevechi

Sou Psicólogo, Professor de Filosofia e Mestre em Educação! Utilizo a abordagem Fenomenológica –Existencial afim de oferece um diálogo profundo entre a Psicologia e a Filosofia, proporcionando uma maior conhecimento do Ser Humano em seus aspectos racionais e emocionais.

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Wilson Montevechi

Sou Psicólogo, Professor de Filosofia e Mestre em Educação! Utilizo a abordagem Fenomenológica –Existencial afim de oferece um diálogo profundo entre a Psicologia e a Filosofia, proporcionando um maior conhecimento do Ser Humano em seus aspectos racionais e emocionais.

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