Wilson Montevechi Psicólogo em Campinas-SP

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Qual a importância da autoestima para a saúde mental? Veja!

Muitos desconhecem a importância da autoestima para a saúde mental.

Alguns até pensam que autoestima e saúde da mente não têm nenhuma relação.

Mas, é justamente o contrário!

A desvalorização da própria imagem pode abrir portas bem largas para a entrada de certas condições emocionais, como depressão e ansiedade, por exemplo.

Porém, mais do que um simples apreço pela própria imagem, a autoestima envolve valores como autoconceito, autoconfiança e autovalorização.

Neste artigo, você irá conhecer  um pouco mais sobre esse importante aspecto de nossa personalidade e o que é possível fazer para aumentar a autoestima.

Confira!

O que é autoestima?

Muito se fala sobre autoestima.

Conversamos sobre ela, escrevemos, ensinamos e, de algum modo, sabemos que ela está  relacionada ao próprio eu.

Mas, será que realmente entendemos o que esse termo significa?

Bom, de maneira geral, a autoestima é uma percepção, um conceito que o indivíduo tem sobre si mesmo.

Conceito esse que é baseado em experiências pessoais, emoções, opiniões sobre a própria conduta, pensamentos, valores, crenças, entre muitos outros atributos.

É o nível de apreço, estima, carinho e valor que a pessoa tem por sua autoimagem.

E, o valor que o indivíduo tem sobre si mesmo interfere em seu comportamento, influenciando suas decisões, escolhas e conduta diante de situações desafiadoras.

Uma pessoa com a autoestima alta, por exemplo, toma decisões mais assertivas, aceita críticas construtivas, reconhece suas potencialidades e limitações e sabe dizer “não”.

Por isso, ter uma boa autoestima é importante para ter sucesso na vida, além de interferir consideravelmente na saúde mental.

Qual a importância da autoestima para a saúde mental?

Sabemos que a vida não é um mar de rosas.

Pois, todos passamos por momentos penosos!

Mas, quando temos uma boa saúde mental, aliada a um nível satisfatório de autoestima, conseguimos lidar com as fases mais difíceis de uma maneira equilibrada e saudável.

Ainda que a baixa autoestima não seja um quadro patológico de saúde mental, a percepção distorcida que o indivíduo tem sobre sua autoimagem, pode desencadear certas condições emocionais, tais como:

Em situações de baixa autoestima, o indivíduo acaba desacreditando de sua própria capacidade em resolver problemas.

O pessimismo passa a fazer parte de sua vida, onde ele só enxerga suas fraquezas e limitações.

Diante desse cenário, as emoções ficam fragilizadas, tornando a mente da pessoa um terreno fértil para o surgimento de problemas emocionais.

Entender e reconhecer a importância da autoestima sobre a saúde mental é indispensável para lidar melhor com os obstáculos do dia a dia.

O que pode prejudicar a autoestima de uma pessoa?

A autoestima é uma parte do ser humano constituída a partir de experiências e situações pessoais vivenciadas desde a infância.

A família, que é o primeiro grupo social de uma pessoa, tem papel fundamental no desenvolvimento da autoestima do indivíduo.

Uma criança, por exemplo, que cresce ouvindo elogios de seus parentes, tem mais chances de ser um adulto autoconfiante e seguro do que uma criança que passou a vida toda recebendo críticas de seus próprios familiares.

A escola, vizinhança, trabalho e outros círculos sociais, também exercem influência na autoestima.

Experiências de bullying exemplificam muito bem como a autoimagem de uma pessoa pode ser afetada.

Entretanto, apesar de todos os fatores citados, que vem do mundo externo, alguns hábitos praticados por nós mesmos, podem facilitar a diminuição da autoestima.

Alguns deles são:

  • Autocríticas muito rígidas em meio a erros;
  • Ausência de reconhecimento das próprias conquistas e vitórias;
  • Ausência de reconhecimento ou minimização de suas capacidades e habilidades;
  • Constantes reclamações;
  • Comparações com outras pessoas;
  • Colocar a vontade dos outros acima da sua.

Esses são apenas alguns dos comportamentos praticados por quem tem autoestima baixa e que só pioram a autopercepção.

Mas, a seguir, você verá como aumentar a autoestima, colocando-a em grau máximo de importância em sua vida.

Como trabalhar a autoestima?

Independente de como tenha sido sua vivência até aqui, saiba que é plenamente possível desenvolver uma boa autoestima e fortalecer o seu amor-próprio.

Para isso, confira abaixo algumas dicas e veja como certos hábitos podem melhorar sua autoconfiança.

1.   Não se compare com outras pessoas

Uma prática muito recorrente em quem tem autoestima baixa é ficar se comparando com outras pessoas.

Tudo é motivo para comparações, desde aspectos na aparência até o estilo de vida do outro.

Mas, saiba que essa atitude é altamente nociva para suas emoções!

Tenha em mente que cada pessoa é única, com singularidades e particularidades.

Todos temos qualidades, defeitos, habilidades e incapacidades.

Além disso, a comparação é injusta, pois todos estão em contextos, condições e oportunidades diferentes.

Portanto, coloque o foco em você!

2.   Não generalize suas experiências negativas

A importância da autoestima na saúde mental também está diretamente relacionada com as experiências de vida.

A culpa é um sentimento que corrói o indivíduo por dentro, diminuindo sua autoconfiança e abrindo portas para quadros de depressão e ansiedade.

Entender que o ser humano não é perfeito, e que todos cometemos erros, é fundamental para ser mais compassivo consigo mesmo e gerar uma visão positiva.

Ou seja, não é porque algo deu errado no passado que no futuro tudo acontecerá do mesmo jeito.

Observe as experiências negativas que teve e busque tirar aprendizados para que situações parecidas não se repitam no futuro.

Fique atento as lições e aos comportamentos que vão precisar ser mudados.

Diante disso, sua chance de acertar será muito maior.

3.   Comemore suas conquistas e vitórias

Para uma autoestima alta você precisa comemorar suas conquistas e vitórias.

Não importa o quão “pequenas” e “simples” elas pareçam.

Se antes você não conseguia se arrumar para sair e hoje conseguiu colocar uma roupa bonita, limpa e cheirosa, comemore!

Se hoje você conseguiu enxergar alguma habilidade em si mesmo, festeje!

Se finalmente conseguiu um aumento no trabalho ou trocar de profissão, celebre!

Seja o que for, reconheça sempre as suas vitórias.

Para você refletir

Em resumo a tudo o que foi dito, podemos dizer que autoestima é amor-próprio.

Quando você se ama, você se aceita do jeito que é, exaltando suas qualidades e procurando melhorar aquilo que te incomoda.

Você não depende da opinião alheia para se aceitar, mas recebe de bom grado as críticas que podem te fazer evoluir.

Seus dias se tornam mais leves e você ganha mais vontade para viver a vida intensamente.

Por isso, a importância da autoestima na vida das pessoas é gigantesca!

No entanto, para que isso tudo seja possível, é necessário desenvolver o autoconhecimento, conceito que você pode conhecer melhor neste outro artigo que publiquei aqui no blog.

Aproveite e dê uma passada por lá também para complementar esta leitura!

Obrigado por chegar até aqui!

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Wilson Montevechi

Sou Psicólogo, Professor de Filosofia e Mestre em Educação! Utilizo a abordagem Fenomenológica –Existencial afim de oferece um diálogo profundo entre a Psicologia e a Filosofia, proporcionando uma maior conhecimento do Ser Humano em seus aspectos racionais e emocionais.

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Wilson Montevechi

Sou Psicólogo, Professor de Filosofia e Mestre em Educação! Utilizo a abordagem Fenomenológica –Existencial afim de oferece um diálogo profundo entre a Psicologia e a Filosofia, proporcionando um maior conhecimento do Ser Humano em seus aspectos racionais e emocionais.

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